À medida que nos aproximamos do anúncio oficial do line-up, os rumores começam a ganhar cada vez mais força. Para além dos nomes já cotados, reunimos alguns artistas que gostaríamos de ver ecoando pelos palcos do querido Primavera Sound, confira:
Seria especial ver Hayley Williams trazendo ao Brasil a nova era Ego At A Bachelorette Party, depois de estrear uma turnê à altura de seu momento mais autoral e reacender entre os fãs brasileiros os pedidos por uma passagem solo pelo país. Também seria impossível não imaginar Zara Larsson em uma fase tão forte do pop contemporâneo, impulsionada por sua potência vocal e pelo reposicionamento de carreira após o viral de “Symphony” em 2024. Sua passagem pelo Rock in Rio já mostrou a força de seu nome no Brasil, e a fase atual indica que finalmente receberia a dimensão de público que Midnight Sun pede.
Outro nome que faria total sentido é PinkPantheress, fenômeno da produção musical e dona de uma identidade marcada por texturas eletrônicas, influências de drum and bass e uma estética que conversa diretamente com a geração do streaming. Desde o primeiro viral na pandemia até Boy’s a liar pt.2 acumulando mais de 1 bilhão de streams, a artista se firmou como um dos nomes mais interessantes do pop alternativo atual.
Da mesma forma, ter JADE, ex-Little Mix, apresentando ao vivo a força de seu álbum de estreia sustentada por uma forte presença pop, indo além do legado de sua antiga trajetória. Também seria um ótimo momento para receber o novo príncipe do pop, Role Model, que vive hoje sua fase mais chamativa com Kansas Anymore. Quem sabe Noah Kahan, que após o impacto de Stick Season consolidou um espaço importante entre o folk, o country e o indie contemporâneo. Ainda inédito no Brasil, Noah seria uma aposta estratégica tanto pelo apelo artístico quanto pela oportunidade de ampliar as sonoridades do festival.
Sam Fender também é, sem dúvida, um daqueles nomes que parecem feitos para o Primavera Sound. Com três álbuns de estúdio extremamente sólidos, o cantor se firmou uma das principais referências do indie britânico atual, lotando arenas e estádios no Reino Unido. O recente single em parceria com Olivia Dean, que circulou fortemente nas redes nas últimas semanas, reforça ainda mais sua presença no imaginário do público. Por aqui, seria fácil imaginá-lo como um dos grandes fenômenos do festival.
Seria interessante ver artistas que orbitam a cena alternativa ganhando espaço e oportunidade em um festival como o Primavera Sound como Khamari, Adrianne Lenker e The Japanese House, que mesmo sem lançar um álbum desde 2023, segue em movimento e cada vez mais consolidada como um nome de peso no indie contemporâneo. Sua participação no universo criativo recente de Charli XCX e a abertura da Ultrasound Tour de Lorde nos Estados Unidos reforçam essa presença. Com trabalhos sólidos e colaborações ao lado de Matty Healy, Bon Iver e MUNA, surge como um alerta claro de uma potência indie em plena expansão.
“Relembrar é viver”! A banda Slowdive, um dos nomes mais emblemáticos do shoegaze, esteve no Primavera Sound em 2023 e deixou uma impressão que ainda permanece muito viva entre os fãs. Agora, com presença confirmada nas edições de Barcelona e Porto deste ano, o retorno ao país parece uma aposta bastante plausível (e totalmente desejada). E, claro, seria quase icônico finalmente assistir à estreia de Fontaines D.C. no país após o cancelamento no Lollapalooza Brasil em 2025. Ver a era Romance ecoando pelos palcos brasileiros seria, sem dúvida, um dos reencontros mais aguardados pelos fãs.
